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Saúde
Benefícios da cerveja diminuem com o tempo de fabricação (Saúde) escrito em quarta 19 setembro 2007 18:36
Azeite, a gordura do bem (Saúde) escrito em segunda 17 setembro 2007 19:41
Entre os benefícios atribuídos ao produto e atestados até pela Organização Mundial de Saúde (OMS), estão abaixar o colesterol e controlar o diabetes. O óleo também está associado ao menor risco de derrame, de doenças cardíacas, de câncer de mama e de pulmão e de alguns tipos de demência. Segundo Josefina Bressan, nutricionista e professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, a principal vantagem do alimento é o fato de combater o LDL (colesterol ruim) e aumentar o HDL (colesterol bom). “Essa ação se deve, em grande parte, ao ácido oléico, que representa 80% do azeite.”
Poucos alimentos têm essa propriedade. Entre eles, estão as nozes, castanhas e amêndoas. “Apesar de ser calórico, o azeite é mais saudável e pode substituir os demais óleos na culinária — como o de soja e o de girassol, na preparação dos pratos. A quantidade suficiente para uma pessoa, no almoço e jantar, é de até seis colheres de sopa”, recomenda Bressan. Ela teve a oportunidade de aproveitar a Dieta do Mediterrâneo, quando viveu na Espanha e constatou que o uso do óleo de oliva é predominante nos hábitos adotados pela população do país. “Eles falam: use gordura à vontade, desde que seja da boa”, conta.
Acompanhado é ainda melhor
A nutricionista destaca que a eficácia do cardápio dos espanhóis se deve ao conjunto. Afinal, eles comem peixes de água fria, como salmão, bacalhau e truta, além de leguminosas e frutas. E fazem pratos fundos, com feijão, lentilha ou grãode- bico. “Tomam até 150 ml de vinho tinto nas refeições e dificilmente misturam arroz, que deixam para outro dia, para consumir como risoto, por exemplo”. Raquel Botelho, professora de Nutrição da Universidade de Brasília (UNB), concorda que o sucesso desse ingrediente na Dieta do Mediterrâneo é realmente sua associação com outros alimentos.
“No cardápio de espanhóis, gregos e portugueses, não faltam legumes e vegetais. Com isso, as fibras ajudam o organismo a ter a sensação de saciedade e há um movimento mais rápido dos alimentos ao intestino”, diz. “Estudos científicos comprovaram a eficiência do azeite também em relação ao diabetes, porque ajuda a melhorar o funcionamento do pâncreas, que tem o papel de produzir insulina para diminuir a quantidade de glicose no organismo”, explica Raquel. Ela alerta que o segredo está em consumi-lo moderadamente, pois é calórico.
Pesquisa recente do Monell Chemical Senses Center, da Filadélfia, e publicada na revista científica Nature, mostrou que os azeites de boa qualidade contêm oleocanthal, agente ativo que inibe a ação das enzimas que agem nas inflamações. “Agora que conhecemos as propriedades antiinflamatórias dessa substância, parece plausível que seja importante nas dietas nas quais o azeite de oliva é a principal fonte de gordura”, afirmou à revista Paul Breslin, co-autor do estudo. Eles acreditam que o óleo contém vários outros compostos benéficos para o corpo, ainda de ação desconhecida, mas que devem ser desvendadas em breve.
Novos estudos e vantagens
No que depender dos espanhóis — um dos principais povos produtores e consumidores do produto — os estudos vão avançar rapidamente. Eles também estão realizando uma pesquisa para mostrar que, incluir o azeite e as oleaginosas (nozes e amêndoas) na dieta, é melhor do que apenas excluir as gorduras do prato. Há 200 centros de pesquisa e cinco mil voluntários envolvidos. Os resultados preliminares, publicados no Archives of Internal Medicine, em junho, nos Estados Unidos, mostram que ele reduz mesmo o mau colesterol e protege o coração das doenças cardiovasculares.
Na opinião da nutricionista Josefina Bressan, é difícil adaptar a dieta mediterrânea aos hábitos do brasileiro. Como é composta, em grande parte, por produtos caros, acaba sendo incompatível com a realidade e o bolso das famílias de baixa renda. “Mesmo que os peixes fossem substituídos por outros comuns em nosso litoral, como robalo e sardinha, ainda há a questão cultural”, diz.
O brasileiro come pouco peixe e tem dificuldade de comprar produtos frescos, sobretudo no interior do país. Cabe aqui uma dica: como aponta o estudo espanhol, basta diminuir as fontes de gordura de origem animal e caprichar nas frutas, verduras e nesse óleo para reduzir riscos. Seu paladar e seu coração vão agradecer.
Das oliveiras às gôndolas
O azeite é obtido da prensagem de azeitonas. Passa pela lavagem, moagem, prensa fria e centrifugação. Na classificação européia, pode ser:
EXTRAVIRGEM – tem acidez menor que 0,8%, sendo os de maior apelo gastronômico. Usado para finalização de pratos, é o que contém a maior quantidade de antioxidantes, além de vitamina E e ácidos graxos.
VIRGEM – acidez entre 0,08 e 2%. Os com acidez maior que 2% são os virgens lampantes (para uso industrial), misturados a outros azeites
AZEITE DE OLIVA – resultado da mistura de azeite refinado com azeites de oliva virgens (extra ou lampante), sua acidez não passa de 1%.
Saiba se o azeite é bom
Veja as dicas para identificar no mercado o produto de boa qualidade e fique de olho na:
ACIDEZ – quanto mais baixa, melhor. Lembre-se: quanto mais ácido, mais doce é o azeite.
COR – sua coloração não influencia o sabor ou a qualidade. A diferenciação por cor se deve à quantidade de sol à qual as azeitonas foram expostas.
REGIÃO PRODUTORA – cada país, sobretudo os da costa do Mediterrâneo (principais produtores), fabrica um azeite com características próprias, com aroma e sabores distintos. Isso se deve ao solo, por exemplo. Azeites espanhóis, portugueses e turcos são mais leves. Já os gregos e italianos são mais picantes.
fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/edicoes/53/artigo60687-1.asp
Uso do celular à noite aumenta o cansaço (Saúde) escrito em sexta 14 setembro 2007 06:08
São Paulo, 07 de setembro de 2007 - Uma pesquisa feita por pesquisadores belgas revela que os adolescentes têm prática de usar o celular à noite e isso aumenta o nível de cansaço deles. O estudo foi feito com 1,656 estudantes entre 13 e 17 anos, em Flandres, na Bélgica, e divulgado pelo jornal Sleep e pelo site ScienceDaily.
"O estudo mostra que os pais devem ficar atentos ao fato de que os jovens usam os meios de comunicação modernos de forma que eles nem imaginam. Ter um celular no quarto não é trivial. Eles gastam muito tempo se conectando com outras pessoas, e alguns deles fazem isso a noite inteira", alertou.
De acordo com o estudo, apenas 38% dos entrevistados disseram nunca ter usado o celular após a hora de dormir, sendo que 35% dos casos de cansaço excessivo informado pelos adolescentes foram atribuídos ao abuso na utilização do celular, tanto em ligações quanto em trocas de mensagens de texto.
De acordo com Dr. Jan Van den Bulck, PhD em comunicação de massa da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica, os pais devem restringir ou proibir os uso do celular após a hora de dormir. Os especialistas recomendam que crianças e adolescentes tenham entre oito e dez horas de sono por noite para manter uma vida saudável e bem desempenho durante o dia.
fonte: http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=8857
Recupere o cabelo dos estragos causados pela progressiva (Saúde) escrito em segunda 10 setembro 2007 19:14
Muita gente se empolgou com a idéia de ter fios lisos e fáceis de cuidar sem precisar perder um tempão com o secador. O resultado a gente vê hoje nos salões: mulheres aos montes querendo “consertar” os cabelos estragados pelas chamadas escovas progressivas.
É claro que existem progressivas que não agridem tanto os fios. O problema está naquelas que não são autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por conterem mais formol do que o permitido. “Uma escova progressiva com muito formol resulta em um afinamento excessivo dos fios, que ficam quebradiços e sem brilho, além de provocar ardor nos olhos e nas narinas”, afirma Junior Carvalho, cabeleireiro do C. Kamura.
Se você está no time das vítimas de uma progressiva mal feita, não faça nada sem antes consultar um bom cabeleireiro. Só ele pode analisar seus fios, verificar o tamanho do estrago e, assim, indicar o melhor tratamento.
Os mais indicados são aqueles que recuperam a queratina perdida dos fios, como a cauterização e a plástica capilar, indicada para cabelos que, além de fragilizados, estão ressecados. “A plástica é uma cauterização com hidratação, que recupera a força e a maciez dos fios, mas é um tratamento novo no mercado que só deve ser feito por profissionais qualificados”, explica Junior.
O preço destes tratamentos não é baixo (a cauterização custa cerca de R$ 180,00 e a plástica, R$ 300,00), mas a boa notícia é que, com cuidados especiais em casa, também é possível recuperar os fios. “O processo é mais lento, mas é possível”, diz Junior.
Comece escolhendo o shampoo. “Quem fez progressiva deve fugir de shampoos transparentes, que têm ação detergente, e de shampoos hidratantes demais porque o tratamento costuma deixar a raiz oleosa. Combine-o com um condicionador hidratante para fios danificados e, uma vez por semana, use uma máscara de hidratação profunda. Invista também em produtos com queratina na fórmula”, ensina o cabeleireiro.
Cortar as pontas também ajuda na recuperação dos fios. Segundo Junior, se eles estiverem muito agredidos, será preciso cortar um pouco mais na primeira vez. Depois, um corte a cada dois meses tira as partes mais estragadas sem mexer muito no comprimento.
Larina Bargas, modelo da Agência Lumière Models, sabe o que é ter o cabelo estragado pela progressiva. Chegou ao Studio W Iguatemi com o cabelo liso, porém muito ressecado e com as pontas espigadas. A solução apresentada pelo cabeleireiro Sérgio Gomes? Corte das pontas mais agredidas, hidratação com produtos específicos para recuperar fios com químicas e um conselho: ficar longe das escovas progressivas por um bom tempo!
fonte: http://cristianaarcangeli.uol.com.br/site/beleza.aspx?flg=1&id=4260&id_categoria=64
De olho na fritura (Saúde) escrito em segunda 27 agosto 2007 18:41
De olho na FRITURA
Confesse: pastéis, batata e afins ficam uma delícia preparados desse jeito e podem fazer parte do cardápio de vez em quando. Mas com óleo reaproveitado jamais!
Ok., o petisco que sai da frigideira fumegante encharcado de gordura pode ameaçar a saúde. Um estudo assinado por especialistas de diversas universidades espanholas chega para reforçar a acusação e apontar o elo entre as frituras e o aumento da circunferência abdominal, um problema associado ao infarto.
“Nesse tipo de preparação é contínua a exposição do óleo a fatores responsáveis por reações químicas”, conta a nutricionista Bianca Chimenti, do Instituto do Coração, em São Paulo. “E aí as moléculas de ácido graxo se transformam, passando de poliinsaturadas, que são benéficas, a saturadas, que só fazem mal. O processo pode até levar à temida gordura trans.”
Não raro o resultado de toda essa metamorfose afeta perigosamente o coração. Não custa lembrar que as gorduras saturadas e as do tipo trans aumentam a fração ruim do colesterol, o LDL, e fazem despencar a boa porção, que atende pelo nome de HDL — e isso torna os vasos sangüíneos vulneráveis ao entupimento. Para piorar, muitos nutrientes do óleo, como os ômegas-3 e 6, que protegem o sistema cardiovascular, acabam virando fumaça. Literalmente. “O aquecimento exagerado favorece essa perda”, explica o bioquímico Jorge Mancini, professor da Universidade de São Paulo.Até mesmo o riquíssimo azeite de oliva sai com a boa fama chamuscada da frigideira. É que o calor faz os festejados compostos fenólicos simplesmente desaparecerem, cedendo espaço a uma concentração de moléculas oxidadas, nocivas às membranas celulares.
Só que essas reações são bem mais intensas quando o óleo fica tempo demais na frigideira ou, pior, é reaproveitado. Com um óleo novinho e uma preparação zás-trás, dá até para comer fritura vez ou outra. Só cuidado para não abusar na quantidade. Para você ter um idéia, uma escumadeira cheia de batata cozida fornece 68 calorias, enquanto a mesma quantidade da que passou por fritura apresenta nada menos do que 182.
No óleo velho — ou naquele submetido a altas temperaturas por muito tempo — a concentração de substâncias nocivas aumenta e o risco de problemas também. “Durante o preparo, não adianta despejar óleo novo sobre o que já está na panela achando que assim a mistura fica mais saudável”, alerta Gláucia de Souza. Isso também provoca a deterioração do produto recém-saído da lata.
Ninguém vai banir iguarias fritas do cardápio para todo o sempre. Mas, por favor, se a vontade bater forte, pense na saúde do planeta e, depois de preparar sua receita, não despeje o líquido engordurado no ralo da pia. Esse péssimo hábito contamina os rios. Estimativas do Grupo Pão de Açúcar, que está à frente de um programa de proteção ambiental, dão conta de que cada litro de óleo jogado no esgoto tem capacidade para poluir cerca de 1 milhão de litros de água! “Formam-se crostas de gordura na superfície, o que impede a passagem de luz e compromete a vegetação e os peixes nos rios”, alerta Adriano Ferreira Calhau, coordenador do Instituto Triângulo, uma ONG sediada em Santo André, na Grande São Paulo. Além de acabar com a vida aquática, os resquícios gordurentos podem formar uma espécie de capa oleosa que impermeabiliza o solo e dificulta o escoamento das chuvas, aumentando as chances de enchentes. Há quem desconfie, inclusive, que essa seja uma das causas das inundações na cidade de São Paulo.
Uma saída para proteger o meio ambiente é a reciclagem do óleo de cozinha (veja o quadro). No Instituto Triângulo, uma equipe recolhe o material que é destinado à fabricação de sabão. O Grupo Pão de Açúcar, em parceria com a empresa Unilever, dispõe de vários postos de coleta em São Paulo. “O líquido segue para cooperativas que se encarregam da produção de biocombustível”, conta Beatriz Queiroz, gerente de sustentabilidade do Pão de Açúcar.
TIPOS E TIPOSUns mais, outros menos, todos os
óleos de cozinha apresentam nutrientes
essenciais
CANOLA
Aclamado como um dos óleos mais nobres, possui uma das
maiores quantidades de ômega-3, uma molécula protetora
dos vasos.
SOJA
Contém um bom percentual de ômega-6, substância
que ajuda a regular os níveis de colesterol.
MILHO
Mais um bom fornecedor do ômega-6.
GIRASSOL
Oferece boas quantidades de ácidos graxos monoinsaturados,
aliados das artérias.
Para quem não resiste a um pastel frito fora de casa, a dica é prestar muita atenção em alguns sinais de perigo para não acabar com uma baita diarréia. Quando a gordura é reutilizada além da conta, formam-se compostos químicos capazes de irritar a parede do intestino e levar ao desarranjo. “Se o óleo estiver escurecido, avermelhado ou marrom e ainda houver excesso de resíduos no fundo do tacho, está velho”, ensina a nutricionista Gláucia de Andrade Rolim de Souza, do Hospital Professor Edmundo Vasconcelos, em São Paulo. Outra: espuma ou fumaça denunciam uma temperatura alta demais, que favorece a formação de radicais livres, moléculas perigosas para nossas células.
SAÍDA ECOLÓGICA Começam a se espalhar pelo país projetos para a reciclagem do óleo de cozinha. Você só precisa guardar as sobras em vasilhames do tipo PET, que, aliás, também são reaproveitados. A rede Pão de Açúcar já conta com postos de recolhimento dentro dos supermercados. Por enquanto eles se concentram na cidade de São Paulo, mas devem se expandir por todo o Brasil. Se você mora na Grande São Paulo, ligue para o Instituto Triângulo, que tem um serviço de coleta. O número é (11) 4991-1112. No Rio Grande do Sul a Faculdade de Tecnologia do Senac de Porto Alegre, em parceria com a empresa Recolt, também recebe doações. Outras informações pelo telefone (51) 3022-1044.
Fonte: http://saude.abril.uol.com.br/edicoes/0288/nutricao/conteudo_246795.shtml







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